12 out 17
Hora de retornar à narrativa e contar novas histórias

Conversando com uma amiga, ela me contou que simplesmente havia decidido fazer um intercâmbio. Pareceu uma loucura, afinal, esse tipo de decisão não se toma de uma hora para a outra. Ao menos, é o que dizem. Além da animação por ela traçar uma meta incrível, o comentário que ficou enraizado na minha mente foi o seguinte: a mentalização oriunda de uma imagem de Londres que servia de plano de fundo no notebook da própria. Eu acredito em visualização. Em mantras. No universo. Mas, nesse caso em específico, o tombo foi certeiro.

A informação realmente ficou na minha mente. Uns bons meses depois, algo parecido ocorreu comigo.

Conforme fui me ajeitando no início de 2017, obviamente que fui atrás dos meus próprios simbolismos. Um deles se tratou de fotos de estrada sob um céu ensolarado, ou chuvoso, e uma floresta ao redor. Esse tipo de imagem exerce uma calmaria indescritível ao meu ser e foi uma assim que apliquei como meu plano de fundo. O intento? Sair da gaiola que estava presa a mais de dois anos.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
11 maio 17
Mulheres que Inspiram: entrevista com Andréa Tolaini

O post de hoje é daquela série mais conhecida de: grandes surpresas da vida. Tudo começou com uma mensagem via inbox na página do Bela e as Feras que me deixou bastante emotiva. Justamente na época em que ensaiava o retorno que falhou um bocado (mas não mais porque estou de volta). Logicamente que tratei tal mensagem como um sinal da Deusa, pois sou dessas que acredita que nada é por acaso. Obrigada a todas as envolvidas lindas!

A melhor parte é que essa mensagem se tornou uma sugestão de pauta e isso me fez dar saltinhos em círculos. A primeira deste site! A personagem? Andréa Tolaini, artista visual que deu um quique na área de publicidade para viver da sua arte. Uma arte que retrata a importância da vida em ciclos. Uma história que é a minha cara e sei que será a de algum de vocês também.

Mas não é só isso, claro. A arte de Andréa também é voltada para o feminino, cujo empenho é retratar as dores e os prazeres de ser quem somos. Aka mulheres! Um trabalho que visa autoconhecimento e entendimento desse universo, detalhes adquiridos com um pouco mais de afinco por intermédio da participação em grupos de estudos de processos femininos. Iniciativa que rendeu em uma busca emocional que serviu de liga para uma convivência mais intensa e profunda com outras mulheres.

Há mais, muito mais, e vocês podem ler aí embaixo:

 

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
10 maio 17
2017: O Ano da Regeneração

Sim, faz muito tempo que não escrevo neste site e penso que chegou o momento de mudar isso. Não tinha planejado um retorno em maio (motivo: meu aniversário), mas apenas estalou na mente que esse seria um bom momento. Afinal, eu passei os últimos meses colando alguns pedaços meus enquanto pensava no famoso “momento certo” para botar a mão na massa.

Só que há aquela sensação latente de nunca estar pronta ou de nunca haver o momento certo ou de não me sentir conectada ou de achar que estava um pouco cabisbaixa demais pra isso. Daí, me lembro que nem tudo é unicórnio, pois, às vezes, a gente precisa mostrar o outro lado de nós mesmos de vez em quando também.

Dessa forma, e como faço no Random Girl, todo ano eu escolho uma frase que simbolizará meu ano e assim seguirei nas rédeas dela. Meu ano começou tardiamente. Basicamente, em março, pois em janeiro e em fevereiro iniciei o que chamei de projeto de regeneração. Vocês entenderão conforme lerem esse texto.

 

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
07 set 16
A queda brusca é uma nova chance e não um fim

Quando você se sentir sobrecarregado coloque sua música favorita. Feche os olhos. Respire fundo. Não permita que sua mente navegue pelo redemoinho tenebroso que intenta sugar sua vida. Foque na pressão dos seus pulmões e nas batidas do seu coração. Apure os sentidos.

Sim, você está vivo.

Você pode não acreditar no que direi agora, mas sua existência é importante. Acredito piamente no clichê de que ninguém está aqui por acaso. O grande dilema de cada um é descobrir o que significa esse acaso que nada mais é o propósito. Enquanto não descobrimos, nos sentimos perdidos, desimportantes e desvalorizados. É bem real esse patinar em busca de nós mesmos e do que/quem queremos fazer/ser. Patinação que não deve impulsionar o silêncio de cada órgão que compõe seu corpo, mas sim instigar esses motores a sempre querer por mais.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
17 ago 16
Seja uma Supergirl

Desde que a promo de Supergirl foi lançada, houve muitos comentários: ela é muito girlie ou muito forte ou boa demais para ser verdade. Não vamos nos esquecer dos comentários sexuais também. É a velha história: qualquer garota só é boa o bastante, especialmente uma heroína, se tiver curvas. Esperta ou forte? Não importa, desde que o seu corpo fale mais que o seu cérebro.

Os comentários sexuais são velhos, mas sempre retornam quando é conveniente. Algumas pessoas tratam garotas como objetos, e isso realmente me preocupa. Porém, acredito em poder; o poder que todas nós temos de fazer algo bom e não validar as outras baseadas pela aparência.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
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