25 out 17
Uma jornada chamada I Am That Girl

Este é um post dedicado ao I Am That Girl que, de início, me pareceu uma cilada pessoal. É aquele texto de retrocesso que precisei escrever para retornar a ele quando as coisas se tornarem meio punks.

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Minha jornada com o I Am That Girl começou em dezembro de 2014, quando encaminhei um questionamento sobre as chances de participar do blog. Ganhei um baita presente de Natal ao receber uma confirmação, pois, por ser um movimento gringo, as chances do meu envolvimento pareciam diminutas. Porém, as portas se abriram com uma facilidade que até hoje não acredito. Estreei no site em janeiro de 2015, mas ainda me pareceu insuficiente. E essa sensação aumentou quando eu cobicei o formulário para ser líder de um Capítulo Local em São Paulo.

Tal ideia foi criando raízes em meu âmago. Estava ali uma coisa que eu queria muito, mas estava com medo de não dar conta. Outra surpresa para minha pessoa, sem dúvidas, porque nunca fiz nada parecido ao que faço agora junto com o IATG. Sempre quando tinha chance, abria e fechava a página do formulário até que decidi cortar caminho. Fui conversar com uma das líderes, a Isa linda de Porto Alegre, e ela me deu mais confiança nesse processo.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
24 out 17
Desculpe, eu não sei o que você está sentindo, mas…

Em algum instante do ano passado, li algo que me fez pensar por horas. Algo visto na outra rede, o famigerado Facebook, que eu mesma nem uso de tão chato que se tornou. Inclusive, evito ao máximo atualmente porque meu dedo podre tem o poder de me fazer dar de cara com tranqueira. Só que, nessa ocasião em específico, um milagre aconteceu.

Não me lembro qual foi a página em que me deparei com o tema deste post, mas tenho a ínfima certeza de que se tratava de uma voltada para as manas gordas. Era uma história sobre gordofobia e o que me marcou nesse passeio foi parte de um comentário: eu não sei o que você está sentindo, mas…

Nisso, entramos no que tem acontecido bastante de uns tempos pra cá e que tem sido uma chatice: competição de quem sofreu ou sofre mais. A menor brecha, lá vai um troll enumerar o que interpelou negativamente a sua vida, totalmente inspirado no posicionamento de rebaixar a dor do outro. Sim, acho isso insuportável. Não há necessidade de competir quem sente mais dor neste mundo.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
12 out 17
Hora de retornar à narrativa e contar novas histórias

Conversando com uma amiga, ela me contou que simplesmente havia decidido fazer um intercâmbio. Pareceu uma loucura, afinal, esse tipo de decisão não se toma de uma hora para a outra. Ao menos, é o que dizem. Além da animação por ela traçar uma meta incrível, o comentário que ficou enraizado na minha mente foi o seguinte: a mentalização oriunda de uma imagem de Londres que servia de plano de fundo no notebook da própria. Eu acredito em visualização. Em mantras. No universo. Mas, nesse caso em específico, o tombo foi certeiro.

A informação realmente ficou na minha mente. Uns bons meses depois, algo parecido ocorreu comigo.

Conforme fui me ajeitando no início de 2017, obviamente que fui atrás dos meus próprios simbolismos. Um deles se tratou de fotos de estrada sob um céu ensolarado, ou chuvoso, e uma floresta ao redor. Esse tipo de imagem exerce uma calmaria indescritível ao meu ser e foi uma assim que apliquei como meu plano de fundo. O intento? Sair da gaiola que estava presa a mais de dois anos.

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
11 maio 17
Mulheres que Inspiram: entrevista com Andréa Tolaini

O post de hoje é daquela série mais conhecida de: grandes surpresas da vida. Tudo começou com uma mensagem via inbox na página do Bela e as Feras que me deixou bastante emotiva. Justamente na época em que ensaiava o retorno que falhou um bocado (mas não mais porque estou de volta). Logicamente que tratei tal mensagem como um sinal da Deusa, pois sou dessas que acredita que nada é por acaso. Obrigada a todas as envolvidas lindas!

A melhor parte é que essa mensagem se tornou uma sugestão de pauta e isso me fez dar saltinhos em círculos. A primeira deste site! A personagem? Andréa Tolaini, artista visual que deu um quique na área de publicidade para viver da sua arte. Uma arte que retrata a importância da vida em ciclos. Uma história que é a minha cara e sei que será a de algum de vocês também.

Mas não é só isso, claro. A arte de Andréa também é voltada para o feminino, cujo empenho é retratar as dores e os prazeres de ser quem somos. Aka mulheres! Um trabalho que visa autoconhecimento e entendimento desse universo, detalhes adquiridos com um pouco mais de afinco por intermédio da participação em grupos de estudos de processos femininos. Iniciativa que rendeu em uma busca emocional que serviu de liga para uma convivência mais intensa e profunda com outras mulheres.

Há mais, muito mais, e vocês podem ler aí embaixo:

 

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
10 maio 17
2017: O Ano da Regeneração

Sim, faz muito tempo que não escrevo neste site e penso que chegou o momento de mudar isso. Não tinha planejado um retorno em maio (motivo: meu aniversário), mas apenas estalou na mente que esse seria um bom momento. Afinal, eu passei os últimos meses colando alguns pedaços meus enquanto pensava no famoso “momento certo” para botar a mão na massa.

Só que há aquela sensação latente de nunca estar pronta ou de nunca haver o momento certo ou de não me sentir conectada ou de achar que estava um pouco cabisbaixa demais pra isso. Daí, me lembro que nem tudo é unicórnio, pois, às vezes, a gente precisa mostrar o outro lado de nós mesmos de vez em quando também.

Dessa forma, e como faço no Random Girl, todo ano eu escolho uma frase que simbolizará meu ano e assim seguirei nas rédeas dela. Meu ano começou tardiamente. Basicamente, em março, pois em janeiro e em fevereiro iniciei o que chamei de projeto de regeneração. Vocês entenderão conforme lerem esse texto.

 

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Stefs Lima
Jornalista com especialização em Potterhead e mestrado em Fangirl. Como humana, lidera um Capítulo Local do I Am That Girl em São Paulo. Como heroína, caça showrunners para defender personagens femininas. Seus maiores vícios são café, caps lock e Twitter.
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